terça-feira, março 14, 2006

Investigadores austrácos revelam que a cerveja poder ser um anti-inflamatório



Beber cerveja pode travar os processos inflamatórios como algumas doenças crónicas de acordo com o que revela o estudo divulgado recentemente pela universidade austríaca de Innsbruck.Segundo um comunicado da equipa de investigadores, as experiências realizadas com células sanguíneas demonstraram que a cerveja pode bloquear algumas infecções e doenças crónicas. O estudo indica que as substâncias contidas na cevada parecem ter um impacto no organismo parecido com o atribuído ao vinho tinto e ao chá verde e negro cujo o efeito positivo para a saúde, sobretudo nas doenças coronárias, é reconhecido medicamente. Os autores da investigação asseguram ainda, que cerveja parece aumentar a produção da chamada “hormona da felicidade”, a serotonina, um neurotransmissor que exerce um papel importante nos estados de ânimo das pessoas, tais como o humor, o sono, a dor e até o comportamento sexual, sendo que o estudo também confirmou que a ingestão de cerveja tem um efeito tranquilizante sobre quem bebe.

Fonte: Agência Lusa

sexta-feira, março 03, 2006

Nova Vacina pode reduzir reaparecimento do cancro



Melbourne - Cientistas australianos desenvolveram uma vacina contra o cancro que poderá atrasar o aparecimento do melanoma e até reduzir o risco de ressurgimento da doença. Os resultados positivos deste estudo levaram já os investigadores a iniciar um segundo projecto.
De acordo com a revista «Proceedings of the National Academy of Sciences USA», que divulgou o estudo, os cientistas trabalharam com 46 pacientes com melanoma para determinar os efeitos imunológicos e secundários da vacina, identificada como NY-ESO-1/ISCOMATRIXTM.
Os testes feitos com pacientes que tomaram a vacina mostram que estes conseguiram produzir mais anticorpos do que os outros. «Os resultados são apaixonantes», disse Jonathan Cebon, do Instituto Ludwig, de Melbroune, um dos autores da experiência. «Mostram que é possível estimular uma resposta imunológica integrada que tem o potencial de atacar o cancro por uma variedade de ângulos diferentes», explicou.

Fonte:http://jornaldigital.com/noticias.php?noticia=251

terça-feira, fevereiro 28, 2006

Porcos transgénicos ajudam no combate à leucemia



A feira internacional de biotecnologia de Taipe, em Taiwan, apresentou um porco com genes humanos. Cientistas acrescentaram os genes ao porco para permitir ao animal produzir proteínas destinadas ao combate à leucemia.

Os investigadores adiantam que estes são os primeiros suínos no mundo com esta manipulação no DNA, com genes estruturais de uma proteína de combate a infecções e factores humanos.
A ideia é desenvolver agentes imunológicos aplicáveis à criação de porcos e medicamentos contra a leucemia.

Fonte: TSF On Line

sábado, fevereiro 25, 2006

O que é a modificação genética?


A modificação genética altera os genes e, consequentemente, as características do indivíduo. É possível, por exemplo, modificar geneticamente morangos para que se mantenham frescos durante mais tempo, e o arroz pode ser geneticamente modificado por forma a conter um maior teor vitamínico.
Quando se modifica geneticamente uma planta, introduz-se um gene estranho nos genes da própria planta. Poderá ser, por exemplo, um gene de uma bactéria resistente ao pesticida. Como resultado, a planta geneticamente modificada herda as características contidas no código genético, tornando-se também ela apta a suportar os pesticidas.
Com a modificação genética, é possível transferir genes de uma espécie para outra. Isto porque todos os genes, tanto humanos como vegetais, animais ou bacterianos são criados a partir do mesmo material. Os cientistas genéticos dispõem assim de uma enorme quantidade de características genéticas à sua escolha.


Fonte:Eduardo Soares

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

O que são alimentos transgénicos?

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São organismos geneticamente modificados (OGM), porque lhes foram adicionados genes de outra espécie, de forma a conferir-lhes uma característica que antes não tinham. Os avanços da ciência permitem transferir genes do ADN de um ser vivo para outro. Os genes que são transferidos para outro ser vivo passam a chamar-se transgenes.


Fonte:http://jpn.icicom.up.pt

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

A rotulagem é obrigatória


Por norma europeia, todos os alimentos com mais de 1% de transgenes devem referir a frase “este produto contém organismos geneticamente modificados”.

sábado, fevereiro 18, 2006

Aspectos positivos dos alimentos transgenicos

  1. O aumento na produção de alimentos;
  2. A alteração do valor nutricional dos alimentos;
  3. O desenvolvimento de espécies com características desejáveis;
  4. A maior resistência dos alimentos ao armazenamento por períodos maiores;
Fonte: http://escola-contra-transgenicos.naturlink.pt/aspectos.html

Aspectos negativos dos alimentos transgénicos

  1. O aumento dos sintomas de alergia;
  2. A maior resistência a agro-tóxicos e antibióticos nas pessoas e nos animais;
  3. O aparecimento de novos vírus;
  4. A eliminação de populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécies de plantas;
  5. O empobrecimento da biodiversidade;
  6. O desconhecimento das consequências da utilização dos alimentos geneticamente alterados a longo prazo.

Fonte: http://escola-contra-transgenicos.naturlink.pt/aspectos.html

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

Alimentos transgénicos. Devemo consumi-los?


Alimentos Transgénicos são alimentos cuja semente foi modificada em laboratório. Essa semente é modificada para que as plantas possam resistir às pragas de insectos e a grandes quantidades de pesticida.
Esses alimentos podem causar riscos ambientais, nomeadamente o aparecimento de ervas daninhas resistentes a herbicidas; a poluição dos terrenos e lençóis de água com agro-tóxicos; a perda da fertilidade natural dos solos e da biodiversidade.
Os alimentos Transgénicos também podem ter consequências negativas para a saúde, pois existem estudos que revelam que algumas variedades de alimentos .
Transgénicos ”podem” prejudicar gravemente o tratamento de algumas doenças, tanto nos homens como nos animais. Isto acontece porque algumas culturas de alimentos Transgénicos contêm genes que resistem aos antibióticos.

Fonte:http://escola-contra-transgenicos.naturlink.pt/

terça-feira, fevereiro 14, 2006

Quais são as consequências dos OGM para o ambiente?


Os ambientalistas estão preocupados com os riscos que os OGM podem representar para a biodiversidade. Investigadores alertam para a possibilidade dos transgénicos matarem mais do que uma espécie de praga. Existem estudos que mostram que joaninhas morreram depois da ingestão de insectos que comeram transgénicos.

Fonte: http://jpn.icicom.up.pt

sábado, fevereiro 11, 2006

Os transgénicos são a solução para o problema da fome no Mundo?



Existem duas posições sobre esta situação.Alguns autores dizem que sim, garantindo que os OGM possibilitam uma agricultura mais rentável e produtiva, com uma maior variedade de produtos, mais resistentes a pragas, reduzindo o dinheiro gasto em pesticidas. Acrescentam que podem ser cultivados em solos que normalmente não estão aptos a ser cultivados. Por outro lado, existem outros autores que defendem que o problema da fome no Mundo está relacionado com desigualdades sociais e económicas, pelo que os OGM não são solução.

Fonte: Eduardo Soares

sexta-feira, fevereiro 10, 2006

Existem medicamentos feitos com transgénicos


O medicamento mais conhecido produzido por transgênicos é a insulina. Medicamentos, enzimas, reagentes e vários produtos são produzidos por microrganismos transgênicos em ambiente confinado. Isso quer dizer que esses microrganismos estão presos dentro de laboratórios ou fábricas, e que não tem contacto com o meio ambiente ou com o consumidor. O consumidor recebe uma substância química purificada e analisada e também não tem contacto com o ser vivo transgênico. Muito diferente é a ideia de usar plantas alimentícias para a fabricação de medicamentos ao ar livre. Imagine um milho transgênico para a produção de anticoncepcional contaminando o milho convencional por polinização e chegando até ao prato de milhares de pessoas. Esse tipo de planta para produção de medicamentos é perigoso, pela possibilidade de contaminar a cadeia alimentar humana. Já pensou em tomar remédios, enzimas todos os dias, pelo seu alimento, sem saber?

Fonte: Eduardo Soares

quarta-feira, fevereiro 08, 2006

Salvar as chitas através da Engenharia Genetica


A partir do aperfeiçoamento das armas de fogo, a bela pele malhada da ‘onça africana’ começou a ser muito utilizada na indústria de peles, tendo este sido um dos principais motivos que fez com que o seu número fosse drasticamente diminuindo. Actualmente é considerada na Ásia como uma espécie em perigo de extinção, e nas grandes planícies abertas da África tropical como uma espécie ameaçada.
Espantosamente, a maior ameaça para as chitas não é no entanto o homem. Com a evolução dos estudos genéticos, sabe-se agora que em virtude de ser a endogamia muito comum entre elas, as populações de chitas selvagens possuem um alto grau de consanguinidade. Dito de outro modo, as chitas são todas parentes entre si, o que se traduz numa falta de variedade nos seus genes, sendo com efeito o mamífero que tem o mais baixo grau de variação genética. Por este motivo, são particularmente vulneráveis a certas doenças, o que põe em perigo a sobrevivência de toda a espécie.
As esperanças de as salvar estão agora postas no aumento da diversidade dos genes, cruzando artificialmente em cativeiro chitas de diferentes continentes, mediante programas de engenharia genética, e restituindo-as depois à Natureza.

Fonte: www.discoverychannel.com.pt

sábado, fevereiro 04, 2006

Transplantes de células estaminais podem ajudar a tratar doentes com lúpus


Pacientes com o tipo mais grave de lúpus, uma doença crónica do sistema imunitário, registaram claras melhorias depois de receberem uns transplantes das suas próprias células estaminais, de acordo com o que indica um estudo recentemente divulgado. Em 48 doentes com lúpus eritemoso disseminado (LED) que receberam o tratamento, cinquenta por cento ficou sem sintomas cinco anos depois, segundo médicos de um hospital de Chicago que realizaram este estudo clínico.
Segundo os autores da investigação, publicada no jornal “Journal of the American Medical Association” os resultados deste tratamento justificam um estudo mais vasto para comparar esta terapia com os tratamentos tradicionais que permitem controlar a doença em grande parte das pessoas que sofrem de lúpus.


Fonte: Revista Focus